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Suspeito de matar Charlie Kirk se arrepende, diz colega

Por Notícias 9 · · 2 min de leitura
Suspeito de matar Charlie Kirk se arrepende, diz colega
© Agence France-Presse

O colega de quarto de Tyler Robinson, acusado de assassinar o influenciador de direita Charlie Kirk, afirmou que o suspeito manifestou arrependimento após confessar o crime. A declaração foi feita em um depoimento em vídeo exibido nesta quinta-feira (9) em um tribunal do estado americano de Utah.

Segundo Lance Twiggs, no dia seguinte ao assassinato, "ele começou a chorar um pouco e disse que estava arrependido". O depoimento foi gravado dois dias após o homicídio e sua exibição foi um momento-chave da audiência para decidir se há provas suficientes para levar Robinson, de 23 anos, a julgamento.

O jovem pode ser condenado à pena de morte por atirar no pescoço de Charlie Kirk, de 31 anos, em setembro, durante um debate em um campus de Utah. Kirk dirigia a Turning Point, a maior organização juvenil de direita dos Estados Unidos, que apoiou Donald Trump na última campanha presidencial.

A investigação mostrou que Robinson confessou o assassinato em mensagens de texto. A relação dele com Twiggs chamou a atenção, pois Twiggs, que está em transição de gênero para se tornar mulher, mantinha um relacionamento amoroso com Robinson.

A imprensa americana levantou a hipótese de que a vida amorosa de Robinson poderia ter motivado o crime. Kirk era um cristão nacionalista e crítico da comunidade LGBT+ e das pessoas transgênero. Twiggs afirmou que Robinson costumava falar de política, mas nunca o ouviu comentar sobre Charlie Kirk.

Contexto do caso

O assassinato ocorreu durante um debate em setembro, quando Robinson disparou contra o pescoço de Kirk. A Turning Point, organização liderada pela vítima, é conhecida por seu ativismo político de direita entre jovens. O caso gerou ampla cobertura da mídia nos Estados Unidos.

A audiência desta quinta-feira (9) foi um passo no processo judicial para determinar se Robinson será julgado. A defesa e a acusação apresentaram provas, incluindo o depoimento de Twiggs e as mensagens de texto com a confissão. O tribunal ainda não definiu uma data para o julgamento.

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