A Samsung apresentou três novos celulares dobráveis durante o evento Galaxy Unpacked 2026: o Galaxy Z Flip 8, o Galaxy Z Fold 8 e o Galaxy Z Fold 8 Ultra. Os novos modelos são sucessores do Z Flip 7 e Z Fold 7. As pré-vendas começaram em 22 de julho e os aparelhos chegam ao mercado em 7 de agosto.
O Galaxy Z Flip 8 é o modelo mais compacto. Ele dobra até o tamanho de um quadrado que cabe no bolso. Quando aberto, tem uma tela Dynamic AMOLED de 6,9 polegadas. A câmera tem duas lentes, com zoom de até 10x e gravação em 4K a 60 quadros por segundo. O aparelho vem com 12 GB de RAM e opções de 256 GB ou 512 GB de armazenamento. Está disponível nas cores rosa, grafite, creme e menta. O preço inicial é de US$ 1.199,99.
O Galaxy Z Fold 8 é a opção intermediária da linha. Fechado, a tela tem 5,5 polegadas. Aberto, o display chega a 7,6 polegadas, com proporção de 4:3. A câmera tem duas lentes e grava em até 8K a 30 quadros por segundo. As versões disponíveis incluem modelos com 12 GB de RAM e 256 GB ou 512 GB de armazenamento, além de uma opção com 16 GB de RAM e 1 TB. O preço inicial é de US$ 1.899,99. As cores são lavanda, grafite, creme e pistache.
O Galaxy Z Fold 8 Ultra é o maior e mais caro dos três. Ele tem uma tela externa de 6,5 polegadas e uma tela interna de 8 polegadas. É o único modelo com câmera tripla, que permite gravação em 8K, zoom óptico de 3x e zoom espacial de 30x. O preço inicial é de US$ 2.099,99. As cores disponíveis são violeta sombra, grafite, creme e verde sombra.
Ofertas de pré-venda
As operadoras e lojas estão oferecendo descontos e bônus para quem fizer a pré-encomenda. Na Amazon, a compra do Z Flip 8 dá direito a um vale-presente de US$ 200. Já o Z Fold 8 e o Z Fold 8 Ultra vêm com um vale-presente de US$ 350. Na T-Mobile, é possível economizar até US$ 1.100 ao adicionar uma nova linha. Na AT&T, o Z Fold 8 sai por US$ 0 com a troca de um aparelho elegível.
Os preços dos novos modelos subiram em comparação com os antecessores. O Z Flip 8 e o Z Fold 8 Ultra estão US$ 100 mais caros que os modelos do ano passado. O aumento é atribuído à crise global de memória. As informações são da repórter sênior de compras Samantha Mangino, do site Mashable.